Leia mais Marco Feliciano, o poder evangélico que assusta o Brasil "Se somos doentes, somos inválidos. Logo, temos que nos aposentar. Já que eles querem brincar com a nossa cidadania, nós vamos usar esse pedido de aposentadoria de forma muito tranquila", afirmou Toni Reis, diretor-executivo do grupo Dignidade, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo. O ativista fez na última quarta-feira (19) encaminhamento de pedido aos ministros Garialdi Alves, da Previdência Social, e Alexandre Padilha, da Saúde, para ter "aposentadoria compulsória retroativa por homossexualismo". | ||||||||||||||||||||||||||||||||
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